Procurando Dory trata déficit cognitivo com delicadeza e inspiração

Dory, a baleinha, sofre de deficiência cognitiva. Tema nos alerta sobre as dificuldades que pessoas com essa característica encontram no dia a dia e como fazer para ajudá-las.

Publicado em: 17/07/2016


Visita ao zoológico de São Paulo, com grupo atendido por Juliana e Cátia, cujo foco é proporcionar diversão, autonomia e inclusão de pessoas com deficiência intelectual

Visita ao zoológico de São Paulo, com grupo atendido por Juliana e Cátia, cujo foco é proporcionar diversão, autonomia e inclusão de pessoas com deficiência intelectual

Muita gente já sabia que um peixinho com deficiência física (Nemo) consegue fugir de um aquário e atravessar o mundo. Mas e quando o problema é cognitivo? Quais são os limites que esse déficit pode trazer? A baleinha coadjuvante de Procurando Nemo volta à cena para nos mostrar esse lado da questão. A personagem ganha status de protagonista e, para entender um pouco sobre seu passado e ir atrás de seus pais, terá de driblar sua falta de memória – que já havia gerado piadinhas no primeiro filme, mas que agora fica mais séria.

Procurando Dory mostra que a dificuldade de memorização é um problema complexo, que afeta milhões de pessoas. E que se Dory fosse alguém de carne e osso, enfrentaria dezenas de dificuldades todos os dias.

Por tratar a deficiência  intelectual com delicadeza, a Pixar deu um grande passo à frente. Até lá, fica a dica do filme Procurando Dory  que nos toca, um pouco mais, sobre as potencialidades das pessoas em suas diferentes características.

 

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