96% das Metalúrgicas de Osasco cumprem Lei de Cotas para pessoas com deficiência

Sindicalistas da classe da metalurgia debatem inclusão do Profissional com Deficiência

Publicado em: 26/02/2019


Líderes sindicais de Curitiba e São Paulo, representantes dos trabalhadores em metalurgia, conheceram os resultados da pesquisa “Lei de Cotas – Trabalhadores com deficiência no setor metalúrgico de Osasco e Região”. O objetivo da pesquisa, que apontou que 96,2% das empresas estão cumprindo a legislação, é conhecer a realidade, identificar os problemas para buscar parcerias para resolvê-los.

Importante instrumento de fiscalização, inclusive para que órgãos como a Secretaria Regional do Trabalho possam identificar com mais agilidade as práticas excludentes no ambiente laboral e combater as irregularidades, a pesquisa trouxe uma boa notícia: mesmo as empresas com menos de 100 funcionários e que não precisam cumprir a legislação estão empregando profissionais com deficiência.

Engajado na luta pela inclusão da Pessoa com Deficiência e pelo cumprimento da Lei de Cotas, o Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco tornou-se referência dentre os sindicatos na causa pela inserção e promoção pelo trabalho. Além de estimular a empregabilidade, busca parcerias (públicas e privadas) para ampliar os índices de inclusão no mercado laboral.

“É muito importante conhecer estas iniciativas para incrementar nossos projetos de inclusão em Curitiba, disse o presidente do sindicato da região, Sérgio Butka.  “Estamos com uma agenda permanente de Inclusão de Pessoas com Deficiência na nossa base. Tomamos isso como uma das principais bandeiras do nosso sindicato e temos elaborado programas e ações nas nossas fábricas desde o ano passado de forma mais forte. Então conhecer outras realidades faz com que a gente incremente nossos projetos e nos dê a certeza de que estamos no caminho certo de tornar a nossa cidade uma das grandes referências em inclusão”, destacou o concluiu.

Para o coordenador do Projeto de Inclusão da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho – SRTb/SP, José Carlos do Carmo (Kal), o estudo deveria servir de modelo para outros setores deveriam investir em pesquisas semelhantes. “É muito importante que tenhamos este tipo de preocupação, como o Sindicato dos Metalúrgicos tem de trabalhar com os dados. Ou a gente levanta estas informações, ou ficaremos sempre no achismo das coisas. Se quisermos ter condições de avaliar o resultado concreto, até para que a gente possa, se necessário, corrigir o rumo das coisas, temos que fazer este tipo de estudo para trabalharmos com dados concretos”, concluiu.

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Texto: Adriana do Amaral

 

 

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