Webserie do MPT-SP e da OIT destaca diferentes formas de estar no mundo do trabalho

O Ministério Público do Trabalho (MPT), um dos ramos do Ministério Público da União, é uma instituição permanente, essencial à função jurisdicional do estado. O MPT tem autonomia funcional e administrativa e, dessa forma, atua como órgão independente dos poderes legislativo, executivo e judiciário. Os procuradores do Trabalho buscam dar proteção aos direitos fundamentais e sociais do cidadão, diante de ilegalidades praticadas na seara trabalhista.

Para ampliar a visibilidade sobre esse tema,  o Ministério Público do Trabalho e a OIT criaram uma webserie – que trazemos a seguir, com tradução em Libras. A obra destaca diferentes formas de estar no mundo do trabalho, a partir da experiência do corpo de três personagens: um bailarino com polimielite, uma professora de Libras surda e um fotógrafo cego.

A webserie foi lançada no seminário sobre diversidade e inclusão no trabalho que aconteceu nos dias 5 e 6 de dezembro de 2017, em São Paulo, com a participação do dançarino Eduardo Oliveira, da consultora e professora de Libras Laila Sankari e do fotógrafo João Maia, retratados a seguir. O evento ainda contou com centenas de participantes que estão ajudando a transformar, para melhor, o cenário nacional da inclusão no mercado de trabalho. Acompanhe os vídeos conosco!

 

Edu Oliveira, dançarino.

Professor de dança da Universidade Federal da Bahia, Edu Oliveira teve poliomielite quando ainda era criança. Neste vídeo, ele compartilha sua história e, sobretudo, sua forma de significar seus movimentos e seu corpo de maneira integral, única e amorosa. Edu mostra que não há limites para exercer uma profissão, desde que exista um ambiente acolhedor e acessível, que respeite o indivíduo e possibilite o desenvolvimento de suas potencialidades. É fundamental acabar com a discriminação no mundo do trabalho e garantir a igualdade de oportunidades e a acessibilidade para que todas as pessoas possam desenvolver seu potencial. É urgente acabar com a discriminação e garantir a igualdade de oportunidades e a acessibilidade de todas as pessoas a trabalhos decentes, que possam ser executados com qualidade e produtividade, em condições de liberdade, equidade, segurança e dignidade humana. Não há limites para o trabalho digno!

Frase: “Não se pode responsabilizar indivíduos pela deficiência. Na arte isso acontece muito” – Eduardo Oliveira, dançarino.

 

 

Laila Sankari Rosa, professora de Libras.

Laila nasceu surda. Trabalha há quase quatro décadas na Prefeitura de São Paulo, onde conseguiu impulsionar a acessibilidade no ambiente de trabalho para deficientes auditivos. Atuando na Coordenadoria de Projeto de Inclusão, Laila promove a adaptação da comunicação para pessoas com deficiência auditiva em hospitais, bibliotecas e outros órgãos públicos, com foco no ensino de Libras, o segundo idioma oficial do Brasil.

É urgente acabar com a discriminação e garantir a igualdade de oportunidades e a acessibilidade de todas as pessoas a trabalhos decentes, que possam ser executados com qualidade e produtividade, em condições de liberdade, equidade, segurança e dignidade humana.

Frase: “É de suma importância que as pessoas aprendam o básico da língua de sinais dentro dos setores de Recursos Humanos” – Laila Sankari, consultora e professora.

 

João Batista Maia da Silva, fotógrafo e deficiente visual.

Neste vídeo, João conta como ele encontrou o caminho de aperfeiçoar sua sensibilidade e a forma de se comunicar com as pessoas através da fotografia. Além de mostrar como o esporte expandiu suas grandes conquistas. A Organização Internacional do Trabalho e o Ministério Público do Trabalho, reafirmam, através da história de João, a importância de criar ambientes inclusivos para eliminar as barreiras sociais. Nosso compromisso segue na certeza de que a inclusão aumenta a produtividade, promove a justiça social e de que não há limites para o trabalho digno. É urgente acabar com a discriminação e garantir a igualdade de oportunidades e a acessibilidade de todas as pessoas a trabalhos decentes, que possam ser executados com qualidade e produtividade, em condições de liberdade, equidade, segurança e dignidade humana.

Frase: “A cada dia eu mato um leão para mostrar às pessoas que meu trabalho tem qualidade como o de outros fotógrafos” – João, fotógrafo.

 

 

Fonte: https://www.youtube.com/channel/UC8jZazTwHegoPGy45KjBd5Q

 

Por Stela Masson, 17/12/17

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